Anúncio da retomada da parte leste de Mosul pelo exército iraquiano. 

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 Lorenzo Tugnoli deixa o veículo após um morteiro cair muito próximo.

Lorenzo Tugnoli deixa o veículo após um morteiro cair muito próximo.

 Ángel Manuel Sastre, Yan Boechat e Pablo Cobos na linha de frente. 

Ángel Manuel Sastre, Yan Boechat e Pablo Cobos na linha de frente. 

 Robin Hinsch desenvolve projetos conceituais em zonas de conflito. 

Robin Hinsch desenvolve projetos conceituais em zonas de conflito. 

 Os gêmeos Hassn e Hossen Rahem, repórteres da NRT News.

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 Lorenzo Meloni retrata civis feridos por ataques aéreos durante a ofensiva. 

Lorenzo Meloni retrata civis feridos por ataques aéreos durante a ofensiva. 

 A documentarista Jana Andert em um veículo blindado da Polícia Federal.

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 Eugenio Grosso fotografa um condomínio de classe alta em Erbil.

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 Pablo Cobos se protege da fumaça dos poços de petróleo incendiados.

Pablo Cobos se protege da fumaça dos poços de petróleo incendiados.

 Charles Thiefaine em reportagem sobre futebol em Mosul para a revista  So Foot .

Charles Thiefaine em reportagem sobre futebol em Mosul para a revista So Foot.

 Johnny Kamal faz serviços como tradutor e assistente para fotógrafos.

Johnny Kamal faz serviços como tradutor e assistente para fotógrafos.

 A  fixer  Lina Issa acerta detalhes da ida de jornalistas para reportagens em Mosul.

A fixer Lina Issa acerta detalhes da ida de jornalistas para reportagens em Mosul.

 Majd Holbi,  fixer , conduz jornalistas a Bartallah para uma conferência.

Majd Holbi, fixer, conduz jornalistas a Bartallah para uma conferência.

 A cultura dos selfies é forte no Iraque. 

A cultura dos selfies é forte no Iraque. 

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 Os picos nevados do Huascarán, a montanha mais alta do Peru, emolduram a arena de Ranrahirca.

Os picos nevados do Huascarán, a montanha mais alta do Peru, emolduram a arena de Ranrahirca.

 Na pequena aldeia de Chichucancha, as pessoas se reúnem para brincar com touros em uma “corrida” onde não há abate dos animais.

Na pequena aldeia de Chichucancha, as pessoas se reúnem para brincar com touros em uma “corrida” onde não há abate dos animais.

 Um grupo de crianças examina um touro morto no final de uma corrida em Chavin de Huantar. As crianças assistem a touros em uma idade muito jovem.

Um grupo de crianças examina um touro morto no final de uma corrida em Chavin de Huantar. As crianças assistem a touros em uma idade muito jovem.

 Assistir a uma tourada é uma tradição familiar no Peru: os pais e seus filhos desfrutam da empolgação de uma “corrida” na cidade de Marcara.

Assistir a uma tourada é uma tradição familiar no Peru: os pais e seus filhos desfrutam da empolgação de uma “corrida” na cidade de Marcara.

 Espectadores dividem um espaço no alto de uma rocha para uma visão melhor – e grátis – de uma tourada na aldeia de Olleros. Os ingressos podem ser caros, custando até 40 soles por pessoa (12 dólares), muito dinheiro para os habitantes das aldeias rurais pobres.

Espectadores dividem um espaço no alto de uma rocha para uma visão melhor – e grátis – de uma tourada na aldeia de Olleros. Os ingressos podem ser caros, custando até 40 soles por pessoa (12 dólares), muito dinheiro para os habitantes das aldeias rurais pobres.

 Um palhaço corre do touro em uma corrida em Olleros. Shows com palhaços sem matança dos animais são típicos de aldeias menores, que não têm dinheiro para pagar os toureiros profissionais.

Um palhaço corre do touro em uma corrida em Olleros. Shows com palhaços sem matança dos animais são típicos de aldeias menores, que não têm dinheiro para pagar os toureiros profissionais.

 Todos os olhares e telas de celulares se voltam para o toureiro espanhol David Fernandez no final de uma tarde de uma tourada em Recuay.

Todos os olhares e telas de celulares se voltam para o toureiro espanhol David Fernandez no final de uma tarde de uma tourada em Recuay.

 Jovens toureiros jovens e uma Marinera (garota que executará a dança típica como ato de abertura dos toureiros) aguardam ansiosamente sua entrada na arena de Chavin de Huántar.

Jovens toureiros jovens e uma Marinera (garota que executará a dança típica como ato de abertura dos toureiros) aguardam ansiosamente sua entrada na arena de Chavin de Huántar.

 Arquibancada de madeira da arena em Recuay. Existem cerca de 250 “plazas de toros” no país e, onde não há estruturas construídas, são  arenas  temporárias são construídas ou alugadas.

Arquibancada de madeira da arena em Recuay. Existem cerca de 250 “plazas de toros” no país e, onde não há estruturas construídas, são arenas temporárias são construídas ou alugadas.

 Um grupo de “pallas”, jovens vestidas com fantasias e máscaras, descansa depois de ter dançado de manhã cedo durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.

Um grupo de “pallas”, jovens vestidas com fantasias e máscaras, descansa depois de ter dançado de manhã cedo durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.

 Uma jovem “palla” se veste com a ajuda da mãe para ir à procissão na cidade de Jangas.

Uma jovem “palla” se veste com a ajuda da mãe para ir à procissão na cidade de Jangas.

 “Sopa criolla”, feita com carne moída e macarrão cozido em um caldo com leite picante, é servida no café da manhã comunal durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.

“Sopa criolla”, feita com carne moída e macarrão cozido em um caldo com leite picante, é servida no café da manhã comunal durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.

 Uma mulher prepara o tradicional cuy  (porco da índia) para um almoço  durante as festividades em Chavin de Huántar. Há evidências de que o cuy é criado na região andina desde 3.500 a.C.

Uma mulher prepara o tradicional cuy (porco da índia) para um almoço durante as festividades em Chavin de Huántar. Há evidências de que o cuy é criado na região andina desde 3.500 a.C.

 Um grupo de bailarinos “negrito” desfila as ruas de Recuay no festival que antecede a “corrida de toros” da cidade. Este grupo de dança é formado por pessoas vestindo roupas pretas, uma faixa de fitas coloridas, uma bengala, um sino e um chapéu com flores.

Um grupo de bailarinos “negrito” desfila as ruas de Recuay no festival que antecede a “corrida de toros” da cidade. Este grupo de dança é formado por pessoas vestindo roupas pretas, uma faixa de fitas coloridas, uma bengala, um sino e um chapéu com flores.

 Cada cidade possui diferentes tradições para as "corridas". Em Recuay, antes da tourada, os aldeões oferecem ovelhas aos patronos que organizaram o evento.

Cada cidade possui diferentes tradições para as "corridas". Em Recuay, antes da tourada, os aldeões oferecem ovelhas aos patronos que organizaram o evento.

 Trabalhadores de uma fazenda perto da cidade de Huallanca embarcam os touros no caminhão que os levará para a arena de Chavin de Huántar.

Trabalhadores de uma fazenda perto da cidade de Huallanca embarcam os touros no caminhão que os levará para a arena de Chavin de Huántar.

 A força e ímpeto indomável dos touros de luta; sua força avassaladora e forma de se comprometer - incansavelmente - com tudo que se move, apaixonou e ainda apaixona milhões de peruanos.

A força e ímpeto indomável dos touros de luta; sua força avassaladora e forma de se comprometer - incansavelmente - com tudo que se move, apaixonou e ainda apaixona milhões de peruanos.

 Um grupo de “pallas” dança no final de um dia de touradas em Olleros. As largas mangas do seu traje representam as asas do condor, ave que é símbolo nacional do Peru e desempenha um papel importante no folclore e na mitologia das regiões andinas.

Um grupo de “pallas” dança no final de um dia de touradas em Olleros. As largas mangas do seu traje representam as asas do condor, ave que é símbolo nacional do Peru e desempenha um papel importante no folclore e na mitologia das regiões andinas.

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 Com roupas de beisebol, um menino para na frente do retrato do ex-presidente Hugo Chávez no Museu Histórico Militar de Caracas. Parte museu, parte mausoléu, este é o local da tumba de Chávez.

Com roupas de beisebol, um menino para na frente do retrato do ex-presidente Hugo Chávez no Museu Histórico Militar de Caracas. Parte museu, parte mausoléu, este é o local da tumba de Chávez.

 Sem comida em casa, um menino tira o máximo de energia de um pacote de açúcar no bairro de Canaima, com vista para o aeroporto Simon Bolivar.

Sem comida em casa, um menino tira o máximo de energia de um pacote de açúcar no bairro de Canaima, com vista para o aeroporto Simon Bolivar.

 Flor Rodriguez perdeu oito quilos em um ano. Para amamentar Mikel, de 8 meses, ela leva o corpo ao limite, queimando a pouca gordura que ainda armazena. Por que ela teve um filho em tais condições? Não se encontram  preservativos nem anticoncepcionais na Venezuela, é a resposta dela.

Flor Rodriguez perdeu oito quilos em um ano. Para amamentar Mikel, de 8 meses, ela leva o corpo ao limite, queimando a pouca gordura que ainda armazena. Por que ela teve um filho em tais condições? Não se encontram preservativos nem anticoncepcionais na Venezuela, é a resposta dela.

 Crianças enchem garrafas com água da rua no bairro La Ceiba.

Crianças enchem garrafas com água da rua no bairro La Ceiba.

 Graffitis e outdoors com os olhos de Hugo Chávez são onipresentes em edifícios e muros em todo o país.

Graffitis e outdoors com os olhos de Hugo Chávez são onipresentes em edifícios e muros em todo o país.

 A médica Marieta Rea participa de um protesto em frente a um dos hospitais de Caracas, onde tudo está faltando: luz, comida, antibióticos. As cirurgias precisam ser feitas apressadamente por causa da escassa quantidade de anestésico disponível.

A médica Marieta Rea participa de um protesto em frente a um dos hospitais de Caracas, onde tudo está faltando: luz, comida, antibióticos. As cirurgias precisam ser feitas apressadamente por causa da escassa quantidade de anestésico disponível.

 Arroz e arepa – esse é o almoço servido no Hospital Infantil Luisa Cáceres de Arismendi, em Caracas.

Arroz e arepa – esse é o almoço servido no Hospital Infantil Luisa Cáceres de Arismendi, em Caracas.

 José Luis Alcalema tem problemas pulmonares e foi hospitalizado cinco meses atrás. O menino de doze anos é desnutrido e pesa vinte quilos – dois ele perdeu no hospital, onde as refeições são escassas.

José Luis Alcalema tem problemas pulmonares e foi hospitalizado cinco meses atrás. O menino de doze anos é desnutrido e pesa vinte quilos – dois ele perdeu no hospital, onde as refeições são escassas.

 Desesperada, uma mãe amamenta seu filho no Petare, considerada uma das maiores favelas do mundo.

Desesperada, uma mãe amamenta seu filho no Petare, considerada uma das maiores favelas do mundo.

 Elisa Nogueira é amparada pelo marido depois de se despedir do bebê Mathias, que morreu com cinco meses de idade devido à uma desnutrição grave e desidratação. Os pais passaram por três hospitais em Caracas em busca de soro para o bebê, mas não encontraram.

Elisa Nogueira é amparada pelo marido depois de se despedir do bebê Mathias, que morreu com cinco meses de idade devido à uma desnutrição grave e desidratação. Os pais passaram por três hospitais em Caracas em busca de soro para o bebê, mas não encontraram.

 Acompanhados pela avó, os irmãos André, Andrew e Daniela comem sopa no refeitório de uma ONG uma vez por semana para garantir a porção de proteína, mesmo pertencendo de uma família de classe média.

Acompanhados pela avó, os irmãos André, Andrew e Daniela comem sopa no refeitório de uma ONG uma vez por semana para garantir a porção de proteína, mesmo pertencendo de uma família de classe média.

 Uma fazenda de hortaliças hidropônicas está abandonada depois de ter sido expropriada pelo governo na cidade de São Francisco de Yare.

Uma fazenda de hortaliças hidropônicas está abandonada depois de ter sido expropriada pelo governo na cidade de São Francisco de Yare.

 Sem dinheiro para comprar sapatos, cadernos ou caneta, muitas crianças nem podem ir à escola.

Sem dinheiro para comprar sapatos, cadernos ou caneta, muitas crianças nem podem ir à escola.

 Dalgo Zamaro (de camiseta amarela) sonha em ser jogador de basquete. Às vezes, durante o treino, ele e seus colegas ficam tontos porque não comeram o suficiente.

Dalgo Zamaro (de camiseta amarela) sonha em ser jogador de basquete. Às vezes, durante o treino, ele e seus colegas ficam tontos porque não comeram o suficiente.

 Anúncio da retomada da parte leste de Mosul pelo exército iraquiano. 
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 Lorenzo Tugnoli deixa o veículo após um morteiro cair muito próximo.
 Ángel Manuel Sastre, Yan Boechat e Pablo Cobos na linha de frente. 
 Robin Hinsch desenvolve projetos conceituais em zonas de conflito. 
 Os gêmeos Hassn e Hossen Rahem, repórteres da NRT News.
 Lorenzo Meloni retrata civis feridos por ataques aéreos durante a ofensiva. 
 A documentarista Jana Andert em um veículo blindado da Polícia Federal.
 Eugenio Grosso fotografa um condomínio de classe alta em Erbil.
 Pablo Cobos se protege da fumaça dos poços de petróleo incendiados.
 Charles Thiefaine em reportagem sobre futebol em Mosul para a revista  So Foot .
 Johnny Kamal faz serviços como tradutor e assistente para fotógrafos.
 A  fixer  Lina Issa acerta detalhes da ida de jornalistas para reportagens em Mosul.
 Majd Holbi,  fixer , conduz jornalistas a Bartallah para uma conferência.
 A cultura dos selfies é forte no Iraque. 
tela_touros.jpg
 Os picos nevados do Huascarán, a montanha mais alta do Peru, emolduram a arena de Ranrahirca.
 Na pequena aldeia de Chichucancha, as pessoas se reúnem para brincar com touros em uma “corrida” onde não há abate dos animais.
 Um grupo de crianças examina um touro morto no final de uma corrida em Chavin de Huantar. As crianças assistem a touros em uma idade muito jovem.
 Assistir a uma tourada é uma tradição familiar no Peru: os pais e seus filhos desfrutam da empolgação de uma “corrida” na cidade de Marcara.
 Espectadores dividem um espaço no alto de uma rocha para uma visão melhor – e grátis – de uma tourada na aldeia de Olleros. Os ingressos podem ser caros, custando até 40 soles por pessoa (12 dólares), muito dinheiro para os habitantes das aldeias rurais pobres.
 Um palhaço corre do touro em uma corrida em Olleros. Shows com palhaços sem matança dos animais são típicos de aldeias menores, que não têm dinheiro para pagar os toureiros profissionais.
 Todos os olhares e telas de celulares se voltam para o toureiro espanhol David Fernandez no final de uma tarde de uma tourada em Recuay.
 Jovens toureiros jovens e uma Marinera (garota que executará a dança típica como ato de abertura dos toureiros) aguardam ansiosamente sua entrada na arena de Chavin de Huántar.
 Arquibancada de madeira da arena em Recuay. Existem cerca de 250 “plazas de toros” no país e, onde não há estruturas construídas, são  arenas  temporárias são construídas ou alugadas.
 Um grupo de “pallas”, jovens vestidas com fantasias e máscaras, descansa depois de ter dançado de manhã cedo durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.
 Uma jovem “palla” se veste com a ajuda da mãe para ir à procissão na cidade de Jangas.
 “Sopa criolla”, feita com carne moída e macarrão cozido em um caldo com leite picante, é servida no café da manhã comunal durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.
 Uma mulher prepara o tradicional cuy  (porco da índia) para um almoço  durante as festividades em Chavin de Huántar. Há evidências de que o cuy é criado na região andina desde 3.500 a.C.
 Um grupo de bailarinos “negrito” desfila as ruas de Recuay no festival que antecede a “corrida de toros” da cidade. Este grupo de dança é formado por pessoas vestindo roupas pretas, uma faixa de fitas coloridas, uma bengala, um sino e um chapéu com flores.
 Cada cidade possui diferentes tradições para as "corridas". Em Recuay, antes da tourada, os aldeões oferecem ovelhas aos patronos que organizaram o evento.
 Trabalhadores de uma fazenda perto da cidade de Huallanca embarcam os touros no caminhão que os levará para a arena de Chavin de Huántar.
 A força e ímpeto indomável dos touros de luta; sua força avassaladora e forma de se comprometer - incansavelmente - com tudo que se move, apaixonou e ainda apaixona milhões de peruanos.
 Um grupo de “pallas” dança no final de um dia de touradas em Olleros. As largas mangas do seu traje representam as asas do condor, ave que é símbolo nacional do Peru e desempenha um papel importante no folclore e na mitologia das regiões andinas.
CVeit_Venezuela_site-17.jpg
 Com roupas de beisebol, um menino para na frente do retrato do ex-presidente Hugo Chávez no Museu Histórico Militar de Caracas. Parte museu, parte mausoléu, este é o local da tumba de Chávez.
 Sem comida em casa, um menino tira o máximo de energia de um pacote de açúcar no bairro de Canaima, com vista para o aeroporto Simon Bolivar.
 Flor Rodriguez perdeu oito quilos em um ano. Para amamentar Mikel, de 8 meses, ela leva o corpo ao limite, queimando a pouca gordura que ainda armazena. Por que ela teve um filho em tais condições? Não se encontram  preservativos nem anticoncepcionais na Venezuela, é a resposta dela.
 Crianças enchem garrafas com água da rua no bairro La Ceiba.
 Graffitis e outdoors com os olhos de Hugo Chávez são onipresentes em edifícios e muros em todo o país.
 A médica Marieta Rea participa de um protesto em frente a um dos hospitais de Caracas, onde tudo está faltando: luz, comida, antibióticos. As cirurgias precisam ser feitas apressadamente por causa da escassa quantidade de anestésico disponível.
 Arroz e arepa – esse é o almoço servido no Hospital Infantil Luisa Cáceres de Arismendi, em Caracas.
 José Luis Alcalema tem problemas pulmonares e foi hospitalizado cinco meses atrás. O menino de doze anos é desnutrido e pesa vinte quilos – dois ele perdeu no hospital, onde as refeições são escassas.
 Desesperada, uma mãe amamenta seu filho no Petare, considerada uma das maiores favelas do mundo.
 Elisa Nogueira é amparada pelo marido depois de se despedir do bebê Mathias, que morreu com cinco meses de idade devido à uma desnutrição grave e desidratação. Os pais passaram por três hospitais em Caracas em busca de soro para o bebê, mas não encontraram.
 Acompanhados pela avó, os irmãos André, Andrew e Daniela comem sopa no refeitório de uma ONG uma vez por semana para garantir a porção de proteína, mesmo pertencendo de uma família de classe média.
 Uma fazenda de hortaliças hidropônicas está abandonada depois de ter sido expropriada pelo governo na cidade de São Francisco de Yare.
 Sem dinheiro para comprar sapatos, cadernos ou caneta, muitas crianças nem podem ir à escola.
 Dalgo Zamaro (de camiseta amarela) sonha em ser jogador de basquete. Às vezes, durante o treino, ele e seus colegas ficam tontos porque não comeram o suficiente.

Anúncio da retomada da parte leste de Mosul pelo exército iraquiano. 

Lorenzo Tugnoli deixa o veículo após um morteiro cair muito próximo.

Ángel Manuel Sastre, Yan Boechat e Pablo Cobos na linha de frente. 

Robin Hinsch desenvolve projetos conceituais em zonas de conflito. 

Os gêmeos Hassn e Hossen Rahem, repórteres da NRT News.

Lorenzo Meloni retrata civis feridos por ataques aéreos durante a ofensiva. 

A documentarista Jana Andert em um veículo blindado da Polícia Federal.

Eugenio Grosso fotografa um condomínio de classe alta em Erbil.

Pablo Cobos se protege da fumaça dos poços de petróleo incendiados.

Charles Thiefaine em reportagem sobre futebol em Mosul para a revista So Foot.

Johnny Kamal faz serviços como tradutor e assistente para fotógrafos.

A fixer Lina Issa acerta detalhes da ida de jornalistas para reportagens em Mosul.

Majd Holbi, fixer, conduz jornalistas a Bartallah para uma conferência.

A cultura dos selfies é forte no Iraque. 

Os picos nevados do Huascarán, a montanha mais alta do Peru, emolduram a arena de Ranrahirca.

Na pequena aldeia de Chichucancha, as pessoas se reúnem para brincar com touros em uma “corrida” onde não há abate dos animais.

Um grupo de crianças examina um touro morto no final de uma corrida em Chavin de Huantar. As crianças assistem a touros em uma idade muito jovem.

Assistir a uma tourada é uma tradição familiar no Peru: os pais e seus filhos desfrutam da empolgação de uma “corrida” na cidade de Marcara.

Espectadores dividem um espaço no alto de uma rocha para uma visão melhor – e grátis – de uma tourada na aldeia de Olleros. Os ingressos podem ser caros, custando até 40 soles por pessoa (12 dólares), muito dinheiro para os habitantes das aldeias rurais pobres.

Um palhaço corre do touro em uma corrida em Olleros. Shows com palhaços sem matança dos animais são típicos de aldeias menores, que não têm dinheiro para pagar os toureiros profissionais.

Todos os olhares e telas de celulares se voltam para o toureiro espanhol David Fernandez no final de uma tarde de uma tourada em Recuay.

Jovens toureiros jovens e uma Marinera (garota que executará a dança típica como ato de abertura dos toureiros) aguardam ansiosamente sua entrada na arena de Chavin de Huántar.

Arquibancada de madeira da arena em Recuay. Existem cerca de 250 “plazas de toros” no país e, onde não há estruturas construídas, são arenas temporárias são construídas ou alugadas.

Um grupo de “pallas”, jovens vestidas com fantasias e máscaras, descansa depois de ter dançado de manhã cedo durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.

Uma jovem “palla” se veste com a ajuda da mãe para ir à procissão na cidade de Jangas.

“Sopa criolla”, feita com carne moída e macarrão cozido em um caldo com leite picante, é servida no café da manhã comunal durante a “fiesta patronal” no distrito de Machac.

Uma mulher prepara o tradicional cuy (porco da índia) para um almoço durante as festividades em Chavin de Huántar. Há evidências de que o cuy é criado na região andina desde 3.500 a.C.

Um grupo de bailarinos “negrito” desfila as ruas de Recuay no festival que antecede a “corrida de toros” da cidade. Este grupo de dança é formado por pessoas vestindo roupas pretas, uma faixa de fitas coloridas, uma bengala, um sino e um chapéu com flores.

Cada cidade possui diferentes tradições para as "corridas". Em Recuay, antes da tourada, os aldeões oferecem ovelhas aos patronos que organizaram o evento.

Trabalhadores de uma fazenda perto da cidade de Huallanca embarcam os touros no caminhão que os levará para a arena de Chavin de Huántar.

A força e ímpeto indomável dos touros de luta; sua força avassaladora e forma de se comprometer - incansavelmente - com tudo que se move, apaixonou e ainda apaixona milhões de peruanos.

Um grupo de “pallas” dança no final de um dia de touradas em Olleros. As largas mangas do seu traje representam as asas do condor, ave que é símbolo nacional do Peru e desempenha um papel importante no folclore e na mitologia das regiões andinas.

Com roupas de beisebol, um menino para na frente do retrato do ex-presidente Hugo Chávez no Museu Histórico Militar de Caracas. Parte museu, parte mausoléu, este é o local da tumba de Chávez.

Sem comida em casa, um menino tira o máximo de energia de um pacote de açúcar no bairro de Canaima, com vista para o aeroporto Simon Bolivar.

Flor Rodriguez perdeu oito quilos em um ano. Para amamentar Mikel, de 8 meses, ela leva o corpo ao limite, queimando a pouca gordura que ainda armazena. Por que ela teve um filho em tais condições? Não se encontram preservativos nem anticoncepcionais na Venezuela, é a resposta dela.

Crianças enchem garrafas com água da rua no bairro La Ceiba.

Graffitis e outdoors com os olhos de Hugo Chávez são onipresentes em edifícios e muros em todo o país.

A médica Marieta Rea participa de um protesto em frente a um dos hospitais de Caracas, onde tudo está faltando: luz, comida, antibióticos. As cirurgias precisam ser feitas apressadamente por causa da escassa quantidade de anestésico disponível.

Arroz e arepa – esse é o almoço servido no Hospital Infantil Luisa Cáceres de Arismendi, em Caracas.

José Luis Alcalema tem problemas pulmonares e foi hospitalizado cinco meses atrás. O menino de doze anos é desnutrido e pesa vinte quilos – dois ele perdeu no hospital, onde as refeições são escassas.

Desesperada, uma mãe amamenta seu filho no Petare, considerada uma das maiores favelas do mundo.

Elisa Nogueira é amparada pelo marido depois de se despedir do bebê Mathias, que morreu com cinco meses de idade devido à uma desnutrição grave e desidratação. Os pais passaram por três hospitais em Caracas em busca de soro para o bebê, mas não encontraram.

Acompanhados pela avó, os irmãos André, Andrew e Daniela comem sopa no refeitório de uma ONG uma vez por semana para garantir a porção de proteína, mesmo pertencendo de uma família de classe média.

Uma fazenda de hortaliças hidropônicas está abandonada depois de ter sido expropriada pelo governo na cidade de São Francisco de Yare.

Sem dinheiro para comprar sapatos, cadernos ou caneta, muitas crianças nem podem ir à escola.

Dalgo Zamaro (de camiseta amarela) sonha em ser jogador de basquete. Às vezes, durante o treino, ele e seus colegas ficam tontos porque não comeram o suficiente.

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